21 de março de 2012

Lê trabalho de informatica : Historia do carnaval!!! =)

História do carnaval
            A origem do termo Carnaval. Para uns, a palavra vem de “CARRUM NAVALIS”, os carros navais que faziam a abertura das Dionísias Gregas nos séculos VII e VI a.C. Uma outra versão é a de que a palavra Carnaval surgiu quando Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo, denominado de "qüinquagésima" deu o título de "Dominica ad carne levandas", expressão que teria sucessivamente se abreviado para "carne levandas", "carne levale", "carne levamen", "carneval" e "carnaval", todas variantes de dialetos italianos (milanês, siciliano, calabres, etc..) e que significam ação de tirar, quer dizer: "tirar à carne” a terça-feira. (mardi-grass), seria legitimamente a noite do carnaval. Seria, em última análise, a permissão de se comer carne antes dos 40 dias de jejum da Quaresma.
            A origem do carnaval é um assunto controverso. Alguns historiadores associam o começo das festas carnavalescas aos cultos feitos pelos antigos para louvar boas colheitas agrárias, dez mil anos antes de Cristo. Já outros dizem que seu início teria acontecido mais tarde, no Egito, em homenagem à deusa Ísis e ao Touro Apis, com danças, festas e pessoas mascaradas. Há quem atribua o início do carnaval aos gregos que festejavam a celebração da volta da primavera e aos cultos ao Deus Dionísio. E outros ainda falam da Roma Antiga com seus bacanais, saturnais e lupercais em honra aos deuses Baco, Saturno e Pã.
          No Brasil, o carnaval era chamado de Entrudo por influência dos portugueses que trouxeram, em 1723, brincadeiras e festejos carnavalescos. Muitos atribuem o início do nosso carnaval à celebração feita pelo povo para comemorar a chegada da Família Real. As pessoas saíram comemorando pelas ruas com música, usando máscaras e fantasias.
         Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência européia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje

Fatos marcantes

          Podemos apresentar como fatos marcantes dentro da história do carnaval brasileiro os seguintes:
          Os carros alegóricos chegam em 1786, por ocasião do casamento de Dom João com Carlota Joaquina.
          Por volta de 1846, houve um acontecimento que revolucionou o carnaval carioca: o aparecimento do Zé Pereira (tocador de bumbo). O Zé Pereira deixou como sucessores a cuíca, o tamborim, o reco-reco, o pandeiro e a frigideira, instrumentos que acompanhavam os blocos de 'sujos' e que hoje animam as nossas escolas de samba.
           Até o aparecimento das primeiras escolas de samba, os cortejos carnavalescos das chamadas "sociedades" (clubes ou agremiações que, com suas alegorias e sátiras ao governo) predominavam no carnaval carioca. O primeiro clube a desfilar, em 1855, chamava-se Congresso das Sumidades Carnavalescas.
           Desde 1870, o cruzamento de influências rítmicas como lundu, polca, maxixe e tango gera um tipo de música com características do samba. Nos fins do Século XIX, as festas de dança de negros escravos eram chamadas samba. Ao ritmo do samba, o país inteiro começa a dançar em clubes e surgem os primeiros cordões de folia. Ainda nesse século temos dentre alguns fatos marcantes de nosso carnaval o Baile de Máscaras do Hotel Itália (Largo do Rocio, RJ) em 1840, realizado por iniciativa dos proprietários do hotel, italianos empolgados com o sucesso dos grandes bailes de máscaras da Europa.
           Em 1873, há o desfile do primeiro rancho, o Dois de Ouros, liderado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira.
           Em 1899, o aparecimento da música feita para o carnaval, o Abre-Alas de Chiquinha Gonzaga marca a popularização do carnaval brasileiro e dá início às composições chamadas marchinhas carnavalescas.
           Em 1902, os cordões carnavalescos já chegam a mais de 200. Encontramos também no início do século XX: os mascarados, o lança-perfume, as batalhas de confete e os bailes infantis que dão início às famosas matinês.

           Em 1928, foi criada a primeira escola de samba, Deixa Falar, e, logo depois, a Mangueira. E, em 1929, começaram os desfiles, que eram realizados na Praça Onze. A primeira disputa entre escolas de samba aconteceu em 1932 e foi organizado pelo jornalista Mário Filho.

           Em 1942, os desfiles passam para a Avenida Presidente Vargas. Em 1963, as escolas já se tornam o grande centro das atenções do carnaval brasileiro e, em 1974, o desfile carioca passa a ser na Avenida Rio Branco até 1984, quando foi inaugurado o Sambódromo.
Vestimentas
             A partir de 1870 as fantasias de carnaval tiveram grande importância para a festa, pois foi à forma que os foliões encontraram para dar um ar mais divertido ao carnaval.
             Até 1930 as fantasias eram simples, com roupas adaptadas, tingidas, enfeitadas de forma ingênua, pois os materiais que poderiam enriquecê-las, como os tecidos, ornamentos, sapatilhas, adereços de cabeça, eram muito caros, aparecendo mais nos desfiles de escolas de samba. Nos clubes e desfiles de rua, surgiram os blocos, onde um grupo de pessoas vestia-se igual.

As roupas hoje em dia são assim:






 Ritmos

           O que seriam dos carnavais sem as alegres tradicionais músicas que animam qualquer festa? Durante toda sua existência, ela se faz presente como parte fundamental em qualquer festa, principalmente nas de carnaval.
          A música carnavalesca instaurou-se no Brasil por inspiração numa peça teatral francesa chamada “Les Pombiers de Nanterre”.
         Não existe ritmo certo para o carnaval, mas o tradicional ritmo brasileiro, é o samba, ele tem raízes em solo carioca e possui letras que falam do cotidiano, dos trabalhadores e das dificuldades da vida de uma forma bem humorada. O estilo envolve turistas de todos os lugares principalmente pela sensualidade das mulatas fantasiadas com plumas coloridas, mas também pelo jeitinho envolvente de sambar dos brasileiros. É dividido em categorias como samba-enredo, pagode, de gafieira, blocos de rua com utilização de instrumentos de percussão, sendo este último o mais comum durante a época de Carnaval.
         No século XIX havia carnaval, mas a música dançada nos bailes carnavalescos eram polcas, maxixes. Não havia letra a ser cantada. O carnaval de rua era animado por instrumentos de percussão e algumas músicas que não ultrapassavam os limites dos cordões e ranchos onde eram cantados.
         Foi Chiquinha Gonzaga quem compôs sob encomenda dos dirigentes do cordão Rosa de Ouro, em 1899, uma música especificamente para o fim carnavalesco. Compositora e musicista já consagrada, registrou assim a primeira e a mais antiga marcha-rancho do carnaval brasileiro. “Ó abre alas” tem uma estrutura idêntica às músicas criadas pelos ranchos carnavalescos


Blocos carnavalescos

       O termo designa um conjunto de pessoas que desfilam no Carnaval, de forma semi-organizada, muitas vezes trajando uma mesma fantasia, ou vestidas do modo que mais lhe agradar.

Bloco afro:

        São blocos que utilizam em sua indumentária, ritmo e letra aspectos das culturas africanas, utilizando um conjunto percussivo à frente do trio elétrico, somado a vestimentas cuja temática das estampas estabelecem ligação com a África.

       O primeiro bloco afro criado no Brasil foi o Ilê Aiyê, no ano de 1974 por Vovô, inaugurando assim uma mudança do carnaval de Salvador com a inserção da musicalidade africana.

Blocos de enredo:

        São blocos análogos a escolas de samba. Na cidade do Rio de Janeiro, desfilam na Avenida Rio Branco (Grupo 1), na Estrada Intendente Magalhães (Grupo 2) e em Bonsucesso (Grupo 3). Possuem samba-enredo, embora normalmente estes sejam mais curtos que os das escolas. Muitas escolas de samba, especialmente dos grupos inferiores, foram blocos de enredo, antes de pedirem filiação à Associação das Escolas de Samba.
        Para 2011, pela primeira vez foi aprovada a ascensão e rebaixamento automático entre escolas de samba e blocos, com as 4 últimas escolas da sexta divisão (Grupo E) passando a se filiar à Federação dos Blocos para o ano seguinte.
       Em vários lugares do Brasil a denominação bloco de enredo é comum. Em São Paulo, são chamados somente de "blocos", sendo administrados pela União das Escolas de Samba de São Paulo, funcionando como pequenas escolas de samba, inclusive com sambas-enredo iguais aos destas. em Brasília, os blocos de enredo constituem uma categoria à parte no Carnaval, mas a partir de 2011, passarão a ser na verdade a quarta divisão do desfile de escolas de samba da cidade, tais entidades são filiadas a LIESB.

Blocos de embalo:

       No Rio de Janeiro, são todos os blocos que não são de enredo nem se identifiquem com outra manifestação carnavalesca pré-existente, como os clubes de frevo (típicos de Pernambuco).

Bloco de sujo:

       São manifestações populares típicas do carnaval de rua no Brasil, onde o improviso e a desorganização são a tônica: Um grupo de foliões com fantasias improvisadas, ou mesmo de roupa comum, se reúnem no carnaval e ao som de instrumentos também improvisados e desfilam pelas ruas da cidade, cantando e sambando marchinhas carnavalescas e sambas-enredo das escolas de samba.
        Alguns blocos de sujo satirizam a política nacional com faixas e cartazes, sempre em tom de ironia e deboche, com a marca do humor brasileiro.

Blocos das piranhas:

       São manifestações populares dada a todos os blocos carnavalescos formados por homens que se vestem com roupas de mulher para brincar o Carnaval. No Rio de Janeiro eram populares o Bloco das Piranhas da cidade de São João de Meriti que acabou-se transformando em uma escola de samba e o do Clube Mauá, em São Gonçaloem São Paulo, a escola Mocidade Alegre também é oriunda de um bloco dessa categoria, daí o seu nome.
Carnaval da escola
         Dia 17 de fevereiro ocorreu na escola E.E Prefeito Décio Prata em Floreal um “carnaval” cada classe com seu bloco concorrendo ao premio de uma viagem para São Jose Do Rio Preto no Shopping foi feito uma votação pra cada requisito harmonia,grito de guerra,fantasia e ... A classificação ficou assim:
1° lugar – 7°B
2°lugar – 1°Colegial
3° lugar – 8°B
4°lugar – 8°A
5°lugar – 6°A

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